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domingo, 27 de março de 2016

Lord Byron - biografia

Boa tarde amores ... 
Feliz Páscoa á todos e vamos de literatura hoje no blog ... 

Uma pequena biografia de mais um escritor no marco romântico que caracterizado no gótico.

George Gordon Noel Byron foi um importante poeta do século XIX, um dos principais representantes do romantismo inglês. Exercendo grande influencia na literatura da época. 
 Nascido em Londres, Inglaterra, aos dez anos de idade herdou o titulo nobiliárquico de um tio avô, tornando-se o sexto Barão dos Byron. Enquanto estudante publicou seu 1º livro de poesias, "Horas de Lazer" que foi mal recebido pelas criticas.
 Em 1912, de volta á Inglaterra publicou os dois primeiros cantos de "Peregrinação de Childe Harold", londo poema que narra suas andanças e amores de um herói desencantado, ao mesmo tempo, que descreve a natureza da Península Ibérica, Grécia e Albânia. Sua obra alcançou grande sucesso.
 Com as obras "O Corsário" e "Lara", ambas publicadas no mesmo ano e "O Cerco de Corinto", sua fama foi consolidada. Após um ano de casado pediu o divórcio, escândalo para a sociedade inglesa, que o associou aos rumores de incesto do poeta com sua meia irmã e então ele se muda para Suíça.
 Logo escreveu o canto III de "Peregrinação de Childe Harold" e "Prisioneiro de Chillon", no ano seguinte publica o poema dramático "Manfredo".
 Casou-se novamente em Genebra e teve um filha. Em 1818 publicou canto IV de "O Prisioneiro de Chillon". No ano seguinte inicia o poema "Dom Juan", obra essa que relata sua vida pessoal, mas deixou inacabada.
 Byron criou diversos personagens sonhadores e aventureiros, que desafiavam as convenções morais e religiosas da sociedade burgues, ele mesmo foi, com sua vida agitada, um tipico herói romântico. A própria figura confundia-se com a de seus heróis: orgulhoso, irreverente, melancólico, misterioso e conquistador. Uma aura de mito foi sendo criada em torno de seu nome, gerando imitadores e admiradores por toda parte. No Brasil, Álvares de Azevedo é o poeta que mais reflete a influencia de Byron.
 Defensor da liberdade engajou-se em vários movimentos revolucionários.
 Em 1824, Byron faleceu com uma misteriosa febre.


Porque eu amo literatura .... :))

Amores essas obras de Lord Byron tem no site SKOOB 
e os que eu tenho são todos em espanhol o/ 
sendo assim vou traduzir um trechinho e faço outro poste
com os trechinhos, certo? 

Mas, vou por aqui algumas frases :)



Amores, vou fazer de um tudo para não deixar o blog abandonado por duas semanas. srrs

Até o próximo poste 
:**

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Lord Byron - A Inês - Poesia

Boa noite amores *-*
Segundona entediante nada melhor que ler poesias do movimento gótico ...
Sim, essa semana vou fazer de um tudo para postar aqui no blog a literatura gótica, romantismo (amoooo) para quem não conhece, conhecer e apreciar e quem conhece se deliciar nessa rica literatura ...

Mais tarda colocarei a pequena biografia de Lord Byron .... Hoje apenas poesia :p

A Inês

 Não me sorrias á sombria fronte,
 Ai! sorrir eu não posso novamente:
 Que o céu afaste o que tu chorarias
 E em vão talvez chorasses, tão somente.

 E perguntas que dor trago secreta,
 A roer minha alegria e juventude?
 E em vão procuras conhecer-me a angústia
 Que nem tu tornarias menos rude?

 Não é o amor, não é nem mesmo o ódio,
 Nem de baixa ambição honras perdidas,
 Que me fazem opor-me ao meu estado
 E evadir-me das coisas mais queridas.

De tudo o que eu encontro, escuto, ou vejo,
É esse tédio que deriva, e quanto!
Não, a Beleza não me dá prazer,
Teus olhos para mim mal tem encanto.

Esta tristeza imóvel e sem fim
É a do judeu errante e fabuloso
Que não verá além da sepultura
E em vida não terá nenhum repouso.

Que exilado - de si pode fugir?
Mesmo nas zonas mais e mais distantes,
Sempre me caça a praga da existência,
O Pensamento, que é um demônio, antes.

Mas os outros parecem transportar-se
De prazer e, o que eu deixo, apreciar;
Possam sempre sonhar com esses arroubos
E como acordo nunca despertar!
Por muitos climas e meu fado é ir-me,
Ir-se com um recordar amaldiçoado;
Meu consolo é saber que ocorra embora
O que ocorrer, o pior já me foi dado.

Qual foi esse pior? Não me perguntes,
Não pesquises por que é que consterno!
Sorri! não sofras risco em desvendar
O coração de um homem: dentro é o Inferno.






Boa leitura á todos :**


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