sexta-feira, 28 de maio de 2010

A escultura




No gótico, a escultura vai assumindo uma autonomia própria, relativamente á arquitetura e a esta se subordina muito menos que a escultura romanica. A escultura se faz vivaz e serena, livre da preocupaçao da monstruoso e do terrífico. É mais sincera e humana. As esculturas das catedrais góticas sao demasiadamente numerosas para terem sido excutadas por um só homem, daí o resultado diferente nas suas realizaçoes, a escultura gótica é sobretudo sacra. É rigida por um código muito rígido para qualquer figura.

A decoraçaos dos vitrais

Na igreja gótica, a verdadeira pintura é a dos vitrais. A pintura ornamental subsiste,no entanto,nos capitéis, pilares e abóbadas.

Conclusao

Á medida que o arquitetonico gótico tornava-se mais requintadamente exato no cálculo de tensao e resistencia, pressao e distençao, os pilares maciços do interior romanico eram substituidos por grupos de colunetas; as paredes espessas abriam-se em imensas janelas e as abóbadas e torres subiam cada vez mais. Onde o romanico se mostrara sólido, fechado e triste, o gótico se mostrava gracioso, ininterruptamente espaçosos, maravilhosamente pleno na luz.
Somente com os grandes arranha-céus do século XX pôde a arquitetura realizar façanhas que se pudesse comparar á dos extraordinarios arquitetos góticos.

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